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O que é o Funrejus no Paraná e quem paga na compra do imóvel?

O que é o Funrejus no Paraná e quem paga na compra do imóvel?

Funrejus trata-se de uma taxa estadual vinculada ao Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário do Estado do Paraná, instituída pela Lei Estadual nº 12.216/1998.

Essa cobrança incide em atos cartorários relacionados a títulos e obrigações. Tem presença frequente em operações envolvendo imóvel e registro em cartórios.

Na prática, o pagamento costuma recair sobre o comprador do imóvel, salvo acordo contratual que atribua custo diferente. Essa regra operacional é a mais comum no dia a dia das transações.

O texto seguirá explicando conceito, base legal, momento da cobrança, estimativa de valor e teto, além das diferenças entre essa taxa, ITBI e emolumentos. Também vai abordar debates sobre proporcionalidade e base de cálculo, mantendo foco no que normalmente se exige em apresentações de títulos perante o tribunal justiça.

Registro garante segurança jurídica. Por isso, despesas cartorárias devem entrar no planejamento financeiro antes da compra.

Principais conclusões

  • Taxa estadual prevista na lei estadual do Paraná ligada ao sistema judicial.
  • Incide sobre atos em cartório relacionados a títulos e imóveis.
  • Normalmente paga pelo comprador, mas contrato pode alterar responsabilidade.
  • Registro protege a aquisição e justifica inclusão das despesas no orçamento.
  • Artigo explicará diferenciações com ITBI e emolumentos e o procedimento prático.

o que é funrejus e qual a finalidade no Estado do Paraná

“o que é funrejus” surge como pergunta prática para quem negocia imóvel. Trata-se de um fundo estadual criado para financiar melhorias do Judiciário. O contribuinte percebe sua existência por meio de uma taxa cobrada em serviços notariais e de registro.

Funrejus como Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário e para que serve a arrecadação

O poder judiciário recebe recursos destinados à aquisição, reforma e ampliação de prédios. A verba também financia compra de materiais permanentes, informatização e despesas de suporte.

A cobrança tem origem na Lei nº 12.216/1998, que instituiu o fundo no estado paraná. A legislação vincula receita à manutenção das atividades delegadas a cartórios.

O que é o Funrejus no Paraná e Quem Paga na Compra?

Na prática, a cobrança aparece quando um título precisa ser formalizado. Incidência sobre atos específicos define a forma como o custo é apresentado ao comprador, normalmente integrado ao pacote de escritura e registro.

  • Finalidade pública clara: infraestrutura e tecnologia.
  • Base legal: Lei nº 12.216/1998.
  • Incidência: atos notariais e de registro.

Quando o Funrejus é cobrado na compra e transmissão de bens imóveis

A exigência aparece quando atos formais ligados à transferência do imóvel são apresentados em cartório.

Atos praticados em tabelionatos (lavratura de escritura), no registro de imóveis (matrícula e averbação) e em cartórios de protesto (quando há títulos ou obrigações) costumam gerar a cobrança, aplicada à alíquota de 0,2% sobre o valor do título do imóvel ou da obrigação.

O que é o Funrejus no Paraná e Quem Paga na Compra? — imagem 2

Relação com transmissão e formalização do título

A transmissão bens imóveis se efetiva com a escritura e o ingresso do título no registro. É nesse fluxo que a guia é conferida e a cobrança costuma ser exigida.

Quem paga e o que constar no contrato

Na prática, o comprador arca com despesas de escritura e registro, salvo ajuste contratual em contrário. É recomendável explicitar na escritura quem responde por cada custo.

Momento do pagamento e pedido de isenção

O pagamento costuma ser exigido no momento do protocolo do registro. Em casos de isenção (ex.: moradia própria limitada por área ou servidor público), o pedido deve ser feito no tabelionato ou no protocolo do registro, com documentação que comprove a condição.

Riscos sem registro

Sem o registro, a proteção contra dívidas do vendedor é frágil. O comprador pode sofrer penhora, dificuldade para financiar ou revender o imóvel.

  • Confirme guias antes do protocolo para evitar atrasos.
  • Em casos de divergência sobre isenção, alinhe o procedimento com o cartório competente.

Valor do Funrejus, cálculo de 0,2% sobre valor e teto: como estimar

Calcular o valor devido exige atenção ao critério adotado: base do título ou valor do imóvel.

Alíquota de 0,2%: aplica‑se sobre o montante declarado no título ou na escritura. A referência costuma ser o valor do título apresentado no ato, mas cartórios podem considerar o preço do imóvel na transação. Confirmar essa base evita divergências na guia.

Exemplo prático

Para estimar, multiplica‑se o montante por 0,002. Ex.: imóvel de R$ 2.000.000 → 2.000.000 × 0,002 = R$ 4.000. Use a mesma lógica para qualquer valor informado.

Teto e atualizações

Há histórico sobre limitador: textos informativos citam R$ 5.891,58 e projeto legislativo indicou R$ 4.927,05 como proposta. Recomenda‑se checar a norma vigente no momento do registro.

Custos somados e debates sobre base

O comprador costuma arcar com ITBI, emolumentos, custas de tabelionato e esta taxa. Discute‑se na doutrina e em decisões judiciais se a base usada se confunde com a do ITBI, e se a cobrança respeita proporcionalidade.

  • Verificar guia antes do protocolo.
  • Considerar teto aplicável.
  • Guardar comprovantes para eventual impugnação.

Conclusão

Resumo: trata‑se de um encargo vinculado ao poder judiciário cobrado em atos cartorários quando um título entra para registro. A cobrança aparece com frequência em operações de imóveis e exige atenção na fase final.

Na prática, o pagamento recai sobre o comprador, salvo ajuste contratual. Planejar custos — ITBI, emolumentos e a taxa — evita atraso no protocolo.

Verifique o teto aplicável e a legislação vigente no cartório antes de assinar. Se houver hipótese de isenção (ex.: área até 70 m²), formalize o pedido no tabelionato com documentos.

Organize papéis, entenda a forma de cálculo e guarde comprovantes para prevenir divergências.

Sobre este conteúdo

Publicado pela equipe da Imobiliária Ikapuy (CRECI 10441J), que atende compra, venda e locação de imóveis em Maringá e região. Revisado pelos corretores de plantão. Última atualização: agosto de 2026.

Taxas, regras de programas habitacionais e tributos mudam com frequência e variam por perfil. Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do banco ou do órgão responsável. Confira as condições vigentes nos canais oficiais: Prefeitura de Maringá.

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