Em 2025, a cidade apareceu em terceiro lugar no ranking de valorização de imóveis novos e lançamentos, segundo a DWV Inteligência de Mercado.
A pesquisa considerou a variação do preço por metro quadrado entre janeiro e outubro, com base em valores efetivamente praticados nas vendas. O monitoramento incluiu mais de 750 incorporadoras no país.
O levantamento avaliou liquidez, velocidade de vendas e a relação procura x oferta por tipologia. Esses dados mostraram zonas com valorização real e sustentada.
Especialistas destacaram que infraestrutura, qualidade de vida e planejamento urbano mantiveram a atratividade local, mesmo diante de desafios nacionais.
O panorama serve como referência para quem acompanha o mercado e para investidores que buscam segurança e previsibilidade no longo prazo.
Principais conclusões
- Posição no ranking reforça a atratividade da cidade.
- Metodologia centrou-se em preços de vendas, não anúncios.
- Indicadores de liquidez sinalizaram demanda genuína.
- Lançamentos atuaram como termômetro de polos de crescimento.
- Cruzamento de dados identifica microáreas em ascensão.
Panorama da valorização em 2025: Maringá no topo do ranking nacional
Dados da plataforma DWV, referentes ao período de janeiro a outubro, apontaram movimentos claros de preço nas principais praças do país.
Ranking DWV: Torres e Fortaleza à frente, Maringá em terceiro lugar
A pesquisa divulgada em 17 de outubro de 2025 classificou Torres (RS) em primeiro e Fortaleza (CE) em segundo. Maringá apareceu na terceira posição, consolidando a cidade entre os polos de valorização do país.
Contexto do mercado imobiliário: valorização com desafios de crédito e menor aquecimento no país
A metodologia considerou a variação do preço médio por m² com base apenas em valores efetivos de vendas. Esse critério reduz ruídos de anúncio e entrega uma leitura confiável de valorização.
Especialistas apontaram que o mercado nacional enfrentou desafios como crédito mais restrito e menor aquecimento em 2025. Ainda assim, Maringá manteve liquidez e atratividade por causa de infraestrutura e planejamento urbano.
- Monitoramento em tempo real de mais de 750 incorporadoras sustentou a robustez da análise.
- Indicadores como liquidez e velocidade de vendas permitiram distinguir mercados com demanda efetiva.
- O corte temporal (janeiro-outubro) capturou entregas e pré-vendas, favorecendo comparações anuais consistentes.
Regiões que mais valorizam em Maringá: polos, bairros e zonas em evidência
O crescimento de preço foi liderado por lançamentos e imóveis novos, onde a procura superou a oferta.
Imóveis novos e lançamentos puxando a valorização
Imóveis novos e lançamentos captaram a demanda mais rápido. Em áreas com estoque reduzido, os preços subiram com velocidade.
Eurogarden como novo vetor de crescimento urbano
O Eurogarden consolidou-se como eixo de crescimento. Planejado sob o conceito de cidade de 15 minutos, elevou a percepção de valores e qualidade de vida.
Wave Garden Residence Club: empreendimento-âncora
O Wave Garden atuou como âncora: lazer de clube, certificação sustentável e integração ao Euro Mall. Isso sinalizou liquidez e vendas qualificada.
Zonas com liquidez e velocidade de vendas
Tipologias com plantas flexíveis e vagas otimizaram absorção. Bairo s planejados e zonas em transformação mostraram maior velocidade de comercialização.
Fatores locais que sustentam preços por m²
Infraestrutura, segurança e áreas verdes mantiveram a atratividade. Esses elementos sustentaram valores e tornaram o ciclo de preços mais resiliente.
“Onde a oferta não acompanhou a demanda, o ajuste de preços foi mais rápido e a liquidez se consolidou.”
- Polos com estoque escasso lideraram a alta.
- Novos empreendimentos funcionaram como termômetro de demanda.
- Monitorar preços por tipologia revelou microoportunidades.
Método e dados do levantamento: como a DWV mede a valorização real
Para mensurar a valorização real, a DWV comparou o preço médio por m² entre janeiro e outubro tomando como base vendas concretizadas.
Variação do preço médio por m² entre janeiro e outubro, com base em vendas efetivas
A plataforma considerou apenas valores praticados em contratos de venda de imóveis novos e lançamentos. Essa escolha elimina ruídos de preços anunciados e entrega uma leitura mais fiel do valor real.
Indicadores-chave: liquidez, velocidade de vendas, procura x oferta e tipologia
O estudo aplicou indicadores como liquidez e velocidade de vendas para sinalizar demanda. A relação procura x oferta por tipologia detalhou onde há urgência de compra.
Base robusta: mais de 750 incorporadoras monitoradas em tempo real no país
A base reúne dados em tempo real de mais de 750 incorporadoras. Essa abrangência dá profundidade estatística e permite comparar cidades, bairros e produtos.
“O cruzamento entre valores ofertados e vendidos filtra expectativas e identifica mercados com aderência de preços.”
- Recorte temporal janeiro-outubro para consistência anual.
- Comparação histórico por m² para análises granulares.
- Foco em imóveis novos e lançamentos antecipa movimentos de preço.
Conclusão
Os dados consolidam um ciclo de valorização apoiado por fundamentos urbanos e um pipeline ativo de empreendimentos.
A confirmação da pesquisa pelo Maringá Post e a base ampla de incorporadoras deram robustez ao levantamento, que considerou valores de vendas entre janeiro e outubro.
Embora o mercado nacional tenha enfrentado desafios de crédito, a cidade manteve liquidez. Investidores devem priorizar imóveis novos e lançamentos com histórico de absorção e atenção à oferta por tipologia.
Para quem busca investimento, diversificar entre empreendimentos com liquidez e projetos em corredores de crescimento ajuda a equilibrar risco e retorno. Veja oportunidades de terreno à venda e acompanhe sinais locais antes da entrada.

